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domingo, 24 de julho de 2011

Carro do Futuro

O EN-V é um carro fabricado pela montadora americana General Motors. Tem duas rodas, é movido por um joystick no lugar do volante e conta com sensores que lhes permite funcionar no piloto automático.

O veículo é a visão da empresa para a mobilidade urbana no futuro. Atinge apenas 40 quilômetros por hora. Isso tem o seu lado ruim e seu lado bom. O ruim é que vai ter mais engarrafamento na cidade e o bom é que vai ter menos acidentes porque o carro não vai andar em alta velocidade. A GM especula que se os veículos fossem popularizados poderiam custar um quinto do preço de um carro convencional.

A grande novidade do "carro bolha" da GM são os sistemas que permitem que o carro detecte outros veículos e obstáculos ao seu redor. Sensores, câmeras e um GPS fazem com que o carro perceba tudo ao seu redor. Isso significa que os passageiros teriam tempo para se dedicar a outras atividades durante a viagem, como dormir e trabalhar. O EN-V só poderia operar no piloto automático em zonas onde todos os demais veículos também funcionassem sem motoristas.

Achamos que esse carro é muito eficiente, pois estaciona em lugares pequenos e passa por lugares estreitos, além de ter uma tecnologia mais avançada. Entretanto, discutimos sobre a segurança que ele oferece. Como não há air bags, nem parachoques, isso pode pôr em risco a vida do motorista.

Com esse post, esperamos que você também reflita um pouco sobre um dos grandes problemas de Salvador, que é o trânsito. O EN-V é pequeno, por isso ele poderia ser uma boa solução, se o problema da segurança fosse sanado.

Pedro, Vítor Assis e Victor Marques.


terça-feira, 19 de abril de 2011

Tecnologia anti terremoto no Japão


Você está ciente do acontecido no Japão? O terremoto de aproximadamente 8,9 de magnitude matou mais de 11.000 pessoas e causou grandes prejuízos para o país, como rachaduras enormes deixadas nas estradas e casas destruídas.

Apesar disso, a maioria dos prédios não caiu. Isso pode ser explicado pela tecnologia desenvolvida pelos japoneses e empregada na construção dos edifícios. Para evitar que os prédios caiam durante os terremotos, os japoneses usam diversas tecnologias que separam o prédio do solo no momento em que os abalos ocorrem. As mais comuns são:

  • através de roletes instalados na base do edifício, que fazem com que o prédio deslize de um lado para o outro; nesse caso, existe um pequeno espaço entre a construção e o muro da fundação para que o prédio possa deslizar;
  • através de molas, que são instaladas abaixo do edifício, para amortecer o impacto quando o tremor ocorrer;
  • em arranha-céus, é usado o sistema de pêndulo eletrônico no alto do prédio, combinado com molas ou roletes na base. Um sensor detecta o tremor e faz com que o pêndulo se mova para o lado contrário. Ex: se o tremor vier do lado leste da cidade, o pêndulo faz com que o prédio se mova para o lado oeste, encontrando equilíbrio. Esse sistema não anula totalmente as vibrações, mas as minimiza bastante.

Além disso, para deixar os prédios mais flexíveis, são utilizados concreto e ferro nas construções, em vez de tijolo e cimento.

Os japoneses são orientados a terem em casa kits com lanterna, alimentos enlatados, documentos com tipo sanguíneo, água e um rádio de pilha para que os moradores recebam instruções durante os desastres.

As famílias japonesas sabem que por medida de segurança é preciso prender os móveis à parede e evitar objetos pesados no alto. No Japão, acontecem simulações do que fazer em casos de desastres, como, por exemplo, a maneira correta de sair dos edifícios sem pânico, desligar os registros de gás e água, esconder-se embaixo da mesa, e encontrar a saída num ambiente em chamas. Os bombeiros e o exército ajudam, encenando ações de resgate.

Fonte: Revista Veja, 16 de março de 2011, reportagem de Otávio Cabral, páginas 92 e 93.

Catarina Falcão, Tamires silva e Tom Senna

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pulseira do equilíbrio


A pulseira do equilíbrio, mais conhecida como Power balance, é uma pulseira que dá equilíbrio às pessoas que a usam. Criada por cientistas da NASA, a Power Balance está ganhando cada vez mais popularidade no mercado e nas ruas. Será mesmo que a pulseira funciona? Este é um mistério que somente cientistas podem desvendar.

O objetivo da pulseira é trazer menos desconforto a quem pratica esportes e a quem não pratica, mas tem curiosidade de usá-la.

“Eu não posso dizer que ela funciona, nem que ela não funciona. Apenas não há nenhuma evidência científica; eu chequei todas, não há. Eu precisaria fazer testes de validação científica, para depois poder afirmar se algo funciona,” diz Marcio de Luna especialista em acupuntura em entrevista ao Fantástico.

A nossa opinião sobre esta inovadora tecnologia é de que a pulseira pode ajudar muito na vida de muitas pessoas, mas, para atletas, a pulseira pode modificar o desempenho e, consequentemente, alterar o resultado real. Por isso, não somos a favor do uso da Power Balance em esportes em que o desempenho do atleta pode ser alterado.

Equipe: Guilherme Menezes, Daniel e Alexandre.